Mulheres “podem melhorar o Brasil e podem parar o Brasil”, diz Wellington

guarantã será atendido pelo mutirão justiça comunitária

“Vocês podem muito, mas muito mesmo, melhorar o Brasil, e inclusive, parar o Brasil, se quiserem”. O reconhecimento da força das mulheres foi feita nesta quarta-feira, 8, pelo senador Wellington Fagundes (PT-MT), em pronunciamento na sessão solene do Senado Federal dedicada a comemoração do Dia Internacional da Mulher. Na ocasião, foi feita a entrega do Diploma Bertha Lutz, a personalidades que se destacaram na luta em defesa dos direitos das mulheres.

Segundo o senador republicano, as mulheres “são as grandes protagonistas das últimas décadas” e que as conquistas “têm ajudado a construção de um mundo melhor e mais responsável, em todos os sentidos”. Lembrou do trabalho do Senado na defesa de propostas e garantiu que não são meras concessões e sim “a confirmação da espetacular necessidade de ajustarmos as regras a realidade”.

“A busca por uma sociedade mais igualitária, um desejo de todos nós democratas, passa necessariamente pelo reconhecimento do papel da mulher e de sua importância não apenas como mãe ou esposa. Mas como o alicerce fundamental de uma sociedade” – ele destacou.

Para o senador de Mato Grosso, Dia Internacional da Mulher é, sem dúvida, um importante momento de reflexão em muitos aspectos, sobre a condição humana, sobre nossa realidade social, econômica, ideológica e até mesmo cultural. “Dentro dessa reflexão tratamos da luta pela igualdade de direitos, ao respeito, à dignidade, à educação, à moradia, à saúde, ao trabalho, à justiça, à cidadania, entre outros” – frisou.

Membro do Conselho do Diploma Bertha Lutz desta edição, Wellington destacou que as escolhidas são reconhecidas, em nome de todas as mulheres que dedicam “seu tempo, seu suor, sua inteligência e sua garra à defesa de direitos iguais para homens e mulheres”. As agraciadas foram Denice Santiago Santos do Rosário, Diza Gonzaga, Isabel Cristina de Azevedo Heyvaert, Raimunda Luzia de Brito e Tatiane Bernardi Teixeira Pinto.

No seu pronunciamento, Fagundes ainda fez referência às mulheres de Mato Grosso, a quem considera “fortes, lutadoras e desbravadoras” e disse que estará sempre à disposição para lutar por um mundo mais justo e fraterno, e que, segundo ele, “só será construído com ampla e ativa participação de vocês mulheres”.